Rogério Costa Pereira @ 11:01

Sab, 03/12/11

Claro que a Angelita não surpreendeu, limitando a cumprir-se, como já aqui adiantava o António. A coisa resume-se a um novo tratado de adesão (disse bem, tratado de adesão). Um tratado de adesão é aquele em que, grosso modo, uma das partes se limita a aderir (ou não) às cláusulas que lhe são apresentadas pela contraparte. E é isso que a dupla que o António refere agora nos manda às ventas. "A chanceler alemã disse esta manhã, no Bundestag, que a Europa está prestes a criar um união orçamental, depois de ter discutido com o presidente francês formas de «refundar» a UE". Falo pois em contrato de adesão, sim, não à UE, mas a uma união de dois países (que ou matam ou se matam), da qual todos os outros não serão mais que meros vazadouros. Sucede que a este contrato de adesão falta a hipótese do "ou não". Assinamos e pronto, é essa a ideia. Rigidez orçamental, diz agora quem foi a primeira a quebrá-la (é bom não esquecer que enquanto andava a dr.a Ferreira Leite a vender os anéis para cumprir o défice, esta gente, com a garganeira que lhes é habitual, ultrapassava-o pela direita). O casalito sabe o que quer e sabe com quem conta. Um dos que não lhes faltará é o ond'é-c'assino que nos desgoverna. Vamos pois a isso, cambada. Vinde a nós as vacas a voar e bois a parir, que a gente cá se habitua.

Lema, a "nova europa" já tem. Libertem-nos, pois. Heil!



... partiu o espelho.