Rogério Costa Pereira @ 17:00

Seg, 22/08/11

 

Que o molde não se partiu (julgo que as palavras em título foram usadas por Guerra Junqueiro para definir João Franco). Assim de repente? Quantos fome-negras fazem vida desta forma de vida? Quantos choram lágrimas de crocodilo enquanto os seus NIB correm activos? Quantos novos Fachos hoje comem da mesma gamela em que tanto cuspiram? Quantos homens de preço certo? Quantos sempre do lado certo, sem que ninguém se incomode ou dê por isso? Quantos usam o photoshop para retocar o passado, para retocar a alma? Quantos estão na sombra à espera de vez? Quantos esperam por ver o nome na coluna certa do Diário da República? E até onde descem para o conseguir? Quantos não dormirão, ainda assim, o sono dos justos? Que a praxis é velha, e já não há mal nenhum em andar de código de barras na testa?; e burros são os outros! Quantos?



... partiu o espelho.